Agronegócio e gestão financeira: por que o produtor que cresce é o que se organiza melhor
O agronegócio brasileiro é movido por produtividade, tecnologia e tomada de decisão rápida. Mas, por trás de uma boa safra ou de uma operação eficiente, existe um fator que muitos produtores ainda subestimam: gestão contábil e financeira bem estruturada.
No campo, é comum que o foco esteja na produção. Porém, conforme o negócio cresce, aumentam também os desafios relacionados a custos, tributação, contratos, mão de obra e investimentos. E é nesse ponto que a organização faz toda a diferença entre crescer com segurança ou acumular riscos silenciosos.
Onde o agronegócio mais perde dinheiro sem perceber?
Alguns problemas são recorrentes:
- falta de separação entre finanças pessoais e da atividade rural;
- enquadramento tributário inadequado;
- controle impreciso de custos por safra ou atividade;
- contratos informais ou mal estruturados;
- ausência de planejamento financeiro de médio e longo prazo.
Essas falhas não costumam gerar impacto imediato, mas comprometem a rentabilidade ao longo do tempo.
O contador como parceiro estratégico no campo
No agronegócio, o contador vai muito além da escrituração. Ele é o profissional que ajuda o produtor a:
- entender a melhor forma de tributação para sua atividade;
- organizar receitas, despesas e investimentos;
- estruturar o negócio para crescer com segurança;
- tomar decisões com base em números reais, não apenas na intuição;
- preparar a operação para financiamentos, expansão e sucessão.
Com dados confiáveis e orientação técnica, o produtor ganha clareza, previsibilidade e tranquilidade para focar no que faz de melhor: produzir.
Crescer exige estratégia, não improviso
O agronegócio moderno exige profissionalização. Quem investe em organização contábil e planejamento financeiro constrói um negócio mais sólido, preparado para oscilações do mercado e oportunidades futuras.
E, nesse caminho, contar com um contador que conhece a realidade do campo e fala a linguagem do produtor faz toda a diferença.
Fonte : Sérgio Nogueira
IG @sergiocnogueira

